As noites sem sono são extensos corredores de narrativas sem fim, povoadas por seres imateriais que nos afloram o rosto com uma asa em chamas.
in "O Fio do Horizonte - O Sono", coluna de Eduardo Prado Coelho, jornal Público de 26 de Novembro de 2004
Nota do blogger: Identifico EPC como alguém nos antípodas do movimento beat (presumo que leia com gosto Kerouac, mas pouco mais...). No entanto, interrogo-me se este "sono" que sentiu, num avião a 30 mil pés de altitude, não será uma forma virulenta de escorrer a definição da palavra. Mais beat que isto...
Publicado por Tiago Peregrino em novembro 28, 2004 02:45 AM